cotidiano

Orzak – um seriado pra deixar a gente com a pulga atrás da orelha

“- Vamos ver alguma coisa?

– Olha ali a minha lista, veja algo agrada.

– Eu separei este seriado aqui pra ver, você é afim?”

Este dialogozinho sempre rola aqui em casa: os dois querendo assistir alguma coisa além de zapear na TV (e invariavelmente cair no Simpsons), um vê a lista do outro e vamos indicando nossas preferências. Neste final de semana vimos o seriado Orzak, lançado na Netflix. A trama conta a vida de um ‘consultor financeiro’ – que na real é especialista em lavar dinheiro para o cartel mexicano. Seu sócio apronta uma e ele é obrigado a mudar às pressas com a família para a região do lago Orzak e provar que consegue fazer o seu trabalho, garantindo assim a vida de sua família.

A história é bacana, a trama também – os episódios acabam e a gente quer continuar sabendo onde é que vai dar. Por uma questão da abrangência do assunto, me lembrou um tanto o Breaking Bad, mas num outro ritmo e em outra pegada também. Os 10 episódios que compõe a primeira temporada são amarradinhos, os personagens vão ganhando espaço e corpo, a história deixa a gente intrigado e questionando um tanto do universo que nos ronda.

Como uma nano empresária, não consegui deixar de pensar sobre como esta história explicaria algumas coisas que nunca consegui entender. Sabendo dos valores de aluguel, salários, embalagens, produtos, impostos, como alguns lugares conseguem continuar abertos? “Você não pode levar um seriado como verdade, Denise”. É, eu sei. Não é verdade absoluta. No entanto, é a verdade de muita gente, de muita marca, de muito comércio. Um dinheiro sujo que precisa ser lavado por um negócio legítimo.

orzak

Um outro ponto do seriado que me pegou bastante foi a relação do casal, interpretados por Jason Bateman e a maravilhosa Laura Linney (amava a personagem dela em The Big C!). Casados há 22 anos e amarrados pela monotonia, diante de tantos desafios eles conseguem se unir, superar e se redescobrir. Muito bom mesmo! Destaque para a atuação da Julia Garner (Ruth), que desbancou todos os personagens secundários.

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Eu desenhando uma folha

Começou o segundo semestre do curso de artes e eu tenho duas disciplinas que envolvem o desenho. Pra muita gente do curso, estas são as aulas ‘mais fáceis’, em que o esforço é mínimo, a única preocupação é estar lá, assinar a lista, entregar a atividade e tchau. Pra mim, são as mentalmente mais difíceis de encarar. Eu, desenhando uma folha, é prova de um sacrifício quase extra-humano (oh, exagero!), aquele esforço enorme para fazer (e mal feito) um desenho que uma colega fez no nosso trânsito, da universidade até o outro local de aulas, enquanto eu dirigia o carro. Claramente alguns tem facilidade pra coisa. Eu sinto meu cérebro fritar.

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Quando decidi que ‘acho que quero mesmo fazer outra faculdade’ (perceba que a decisão veio seguido de um ‘acho que’…), quis fugir das voltas que já tinha feito na vida, até então. Com o que vou trabalhar? Onde isso será útil? Tem emprego pra quem se forma nisso? Como é possível fazer o que se gosta e ainda ser pago dignamente por? Todas as perguntas rondam muitas profissões e quando estudei comunicação parecia óbvio: quem faz jornalismo vai trabalhar num jornal, vai viver escrevendo e conhecendo pessoas (uma forma de ser pago para fazer o que gosta), verá seus escritos transformarem vidas e encontrará utilidade em sua profissão, etc. Nah. Balela. Me formei e os jornais estavam em coma, para morrerem sequencialmente, anos depois. Trabalhava fazendo matérias pelo telefone ou requentando releases recebidos – necas de sair por aí e conhecer gente. O que a gente escreve quase ninguém lê. E por aí vai.

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Na vida como empreendedora, não é necessário contar o obvio: trabalha-se muito, realiza-se muito, ganha-se pouco. É absurdo pensar que parte do meu pagamento é a satisfação de fazer aquilo que eu queria, que tinha sonhado, que estava afim – mas é a verdade, se eu pudesse monetarizar as realizações estaria realmente sendo bem paga. Mas não posso. E a vida, na real é assim mesmo. A gente faz muito, rala muito, se contenta com as migalhas e ainda dá graças a deus por elas. Dá aquele sorrisinho amarelo pro colega que insinua que ‘por não ter horário fixo tem a vida boa’. Respira fundo enquanto a crise política e econômica não passa.

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Eu desenhando uma folha é eu esforço em aprender uma coisa nova, me desafiar, ver meu progresso, quando ele acontece. Em sala de aula ‘tenho domínio’, é só ler os textos, me esforçar para entender aquilo que não ficou claro, conversar, discutir, expor as ideias, nada tão diferente assim das aulas de comunicação. Mas as aulas de desenho… ah, estas me tiram da estabilidade, da tranquilidade. É onde não sou boa, onde minha bagagem de 34 anos de vida não fazem a diferença se eu não sentar e praticar, praticar, praticar. Semestre passado fiz uma mesma aula em duas turmas diferentes para poder finalizar uma atividade (aulas de 4h de duração e ainda assim, eu não conseguia terminar – enquanto colegas fizeram em 40 minutos).

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Resolvi não fazer as perguntas ‘onde vou trabalhar, se é útil ou não’, etc, etc. Vamos estudando, vamos aprendendo, nos esforçando. Uma hora isso dá um resultado. Ou não. A gente segue.

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Conhecer pra trocar ideia

Há alguns dias tenho assistido, lido, visto tanta coisa bacana por aí que tenho um desejo enorme que todo mundo também possa conhecer – e a gente trocar uma ideia massa depois sobre isso. Embora eu perceba que muita gente tem muitas referências parecidas com as nossas, poucas são as oportunidades de compartilhar (de verdade) sobre, não é? Então, vamos começar o processo: eu escrevendo, alguém lendo. E se a gente se ‘trombar’ por aí nestes assuntos em comum, vamos tomar um café? =D

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Conexão Feminista – o canal das jornalistas Heloisa Righetto e Renata Senlle

Conheci o canal e a página no facebook através da querida Tina Lopes (Tina Glue, para os íntimos!rs). Comecei a acompanhar as postagens e, de vez em quando, assistir a um hangout pelo youtube (nunca consegui acompanhar ao vivo). O conteúdo do Conexão Feminista é… feminista, óbvio. Mas de um ponto de vista jornalístico, querendo entender, buscando e trocando informação, respeitando as crenças e ideias do outro. Embora tenha ‘uma bandeira’ a defender, não o faz de forma doutrinária, radical ou extremista. Mostra as nuances que estão no nosso dia a dia com percepção e sensibilidade, entendendo o nosso papel neste mundo tão vasto e diverso. (amo conteúdo de jornalista, é isso!)

Os hangouts que assisti nos últimos dias (e 3 deles, de uma vez só, quase 3h na frente do computador!)

Feminismo Intersecional – https://www.youtube.com/watch?v=RZlcVjlRB1k

Entrevista com Amara Moira – https://www.youtube.com/watch?v=0XO5C7h6nhs

Sobre cabelos brancos – https://www.youtube.com/watch?v=6egBgfep-G0

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Chelsea Does

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Faço uma lista no Netflix pra ter algumas coisas pré-selecionadas quando quero assistir tv. Faz um tempo que tenho visto programas e sugestões pra eu assistir com a humorista Chelsea, mas eu nunca tinha me empolgado muito (não sou lá muito fã de programas de entrevistas de humoristas). Mas estava na lista, si a sipnose e me interessei.

“Chelsea Does” é uma pequena série com 4 mini documentários temáticos em que Chelsea debate sobre um tema em formatos diversos: em uma mesa de jantar com amigos íntimos (e também atores), seu psicólogo em um cenário especial, pessoas que estão fazendo alguma ação, trabalhando em relação ao tema e também pessoas que são contrárias a este trabalho. É uma maneira muito interessante de ter informações quando você pede que a pessoa apresente o que faz, o que pensa, da sua própria visão. Ela trabalhou os temas Casamento, Tecnologia, Racismo e Drogas. Todos os episódios muito, muito bons. O episódio sobre racismo assisti uma segunda vez, porque fiquei muito impressionada com tudo, com a maneira que ela desconstrói o que pensa quando resolve ouvir o outro. É muito foda.

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Criativo e Empreendedor Sim Senhor!

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Comprei o livro da Rafa Capai quase para ‘formalizar’ minha relação com o conteúdo que ela publica. Acompanho seu trabalho desde 2012 e nestes 4 anos vi praticamente ‘viralizar’ sua ação entre artistas/produtores/criativos em geral. Você não conhece a Rafa Capai? Mas como? Precisa saber que é uma mineira multi talentos que produziu uma série de vídeos chamada “Vamo que vamo!”, inconformada ao conhecer tanta gente talentosa contando moedas. Passou a aplicar fundamentos do empreendedorismo ao trabalho dos profissionais da economia criativa, sendo uma das pioneiras neste segmento (o plano da Secretaria de Economia Criativa do Governo Federal é de 2011).

Um tempo depois ela mergulhou de cabeça em produzir conteúdo online para ensinar gente de todo Brasil a empreender dentro da própria profissão, ou seja: se profissionalizar. Muito do conteúdo que ela passava eu usei e apliquei na Bela Prata e fui acompanhando todo o crescimento da Espaçonave. Muita gente bacaníssima faz parte das ex-turmas de cursos e quem acompanha conteúdo de criatividade na internet, talvez já tenha assistido alguma campanha pedindo votos para entrar como bolsista nos cursos da Rafa.

O livro “Criativo e Empreendedor Sim Senhor!” é um livro rápido, prático e cheio de lições muito bacanas para desconstruir as ideias sobre trabalho, sucesso, nossa responsabilidade para fazer dar certo e como despertar as capacidades que a gente já tem – só falta agir mais, se encher de coragem e fazer (afinal, criatividade é AÇÃO). Recomendo pra caramba!

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Karol Conká como apresentadora do Superbonita

Superbonita nunca foi um programa que eu acompanhasse, mas as vezes assistia, se não tinha mais nada na tv e eu queria ficar ali, de bobeira. Mas sempre foi muito ‘coisa de patricinha’. Eu não sou patricinha, eu sou preguiçosa. rs

As mulheres que estavam lá nunca tinham a ver comigo. Elas malham, se dedicam à beleza, ‘só saem de casa maquiadas’, vão pro salão, etc, etc. Eu praticamente sou o avesso disso tudo, salvo a yoga, que não é malhação, mas faz o corpo suar. rs

De toda maneira, comemorei ao saber que a Karol Conká será a próxima apresentadora do programa. Curitibana, negra, da periferia, mãe adolescente, família de pouco estudo. Outra realidade, outra bagagem, outras prioridades, sem dúvida alguma. É uma esperança de poder ver mais diversidade nos espaços da tv, mais sobre beleza negra e todas as outras formas de beleza que não seguem o ‘nosso padrão europeu’.

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E sobre a beleza da diversidade, fui no Mulheres de Luta #2, um encontro de coletivos de mulheres negras, periféricas e, é claro, feministas. Ainda conheço poucas pessoas nestas galeras novas, mas é só indo lá, participando, que a gente vai entender e conhecer as pessoas, não é? Aconteceu na orlinha do bairro Industrial (periferia de Aracaju, próximo ao centro da cidade, na beira do Rio Sergipe), com um vento forte sob a paisagem maravilhosa da ponte Aracaju-Barra e maré do Rio Sergipe, que secou. Roda de conversa sobre As Mulheres Negras nos Espaços de Poder (com a inspiradora Thaty Menezes), apresentação de poesias (liiiiiindas!<3 ), dança e música. A organização foi toda caprichosa, cheio de flores coloridas espalhadas pelo lugar. Seguem algumas fotos:

 

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Final do primeiro semestre

No começo do ano passado resolvi me inscrever para fazer o Enem. Queria pensar na possibilidade de estudar algumas coisas que eu já gostava bastante e trilhar uma nova perspectiva para os anos depois dos 40… Um plano B para o meu já plano B. Em janeiro deste ano saíram as notas e pela primeira vez na vida, eu tinha pontuação para fazer o que eu quisesse, dos cursos que eu já tinha afinidade e pensava em entrar. Escolhi estudar artes mais por conta do horário (tardes) do que simplesmente pelo curso. Não estava disposta a fazer outra graduação de noite e consegui organizar os horários dos quiosques para estar na universidade.

As aulas começaram em julho e foi uma luta organizar a rotina nas primeiras semanas. A universidade é grande, sem sinalização ou mapa de onde ficam as didáticas (prédios onde acontecem as aulas). Perdida, caminhava bastante dando voltas homéricas, por ainda não entender que o ‘Moura’ fica ao lado do estacionamento onde meu carro estava, por exemplo. Me sentia cansada, emagreci – até entrar na nova rotina e me readaptar a estar na sala de aula, fazer trabalhos, ler textos no xerox, discutir pontos interessantes com o professor. Fazer novos amigos, trocar ideias, se interessar por coisas completamente novas, produzir. Quanta coisa gostosa neste tempo todo!

Chegamos a um final de semestre estremecidos com a PEC e enlouquecidos com os trabalhos finais. A turma foi afinando, perdendo um aqui, outro ali, para restar um grupo menor. As relações e grupos se consolidaram, as amizades ganharam força. Consegui finalizar o semestre com bons trabalhos e participação em quase tudo (só um professor ainda dará uma prova semana que vem).

Descobri que algumas coisas que eu amo e já investigo dão em linhas de pesquisa interessantíssimas. Estudo coisas que tenho prazer em ler, pesquisar. Visualizei um mundo novo e possível.

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Sinto como se tudo estivesse do avesso. “Upside down”, como na série Stranger Things. O mundo está ao contrário e ninguém reparou. Não foi exatamente de uma hora para a outra, mas desde o impeachment, me sinto em suspense. Como se estivesse ok todo o massacre que seguiu depois. Um governo sem representatividade. Banindo programas de lutas das minorias. Fazendo reforma na previdência e deixando o pobre ainda mais pobre. Não tocando em discutir impostos sobre heranças, nunca. Vamos tirar qualquer benefício de quem já não tem muito. Não tem muito porque não se esforçou o suficiente. Eu fui um trabalhador honesto e com muito esforço me tornei prefeito de São Paulo. A primeira dama nunca pisou seus pés na cidade. Flutua entre o Jardins e os aeroportos. O ministro da educação diz que professor tem regalias. Re-ga-lias. Professor. Meu deus. Meu deus. O mundo está ao contrário e ninguém reparou. As universidades públicas têm suas verbas cortadas em 45% dos já cortados 50%. Fies pra pobre estudar? Nada disso, corta também. Pré-sal, aquele que era nosso? Deixa os gringos levarem. Encho meu bolso de grana, entrego, sem dó, pra quem me pagar mais. Panelas? Nunca mais bateram. Faz pouquíssimo tempo e a gente tinha esperança. “Esta crise aí veio só pra colocar os pobres no lugar”, uma amiga, profeta que só, disse em 2014. O brasileiro que começou a comer iogurte e a comprar a melhor marca de arroz do supermercado repensa seus ‘luxos’, seus pequenos prazeres. Nós apertamos o cinto, muita gente ainda mais, enquanto que, quem é rico de verdade, não sente nem a marola. E tem gente que apoia. E tem gente que acha certo a PEC 241. O que a gente vai dizer, deste mundo do avesso, desta realidade paralela? Mais um domingo, mais uma segunda. Uma segunda seguida da terça.

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a solidão no empreendedorismo

Os manuais em geral pedem pra gente falar sobre o nosso trabalho, como uma das maneiras de conseguir trocar ideias, apresentá-lo em diversas formas, procurar gente que possa opinar, ajudar, enfim. Mas, na vida real, é tudo muito difícil. Ser empreendedor é também ser solitário de um jeito muito estranho. A gente não consegue conversar com quase ninguém sobre o que estamos fazendo, os nossos medos, incertezas, quando bate aquele desânimo terrível que dá vontade de jogar tudo pro alto. Não tem com quem conversar. Não dá pra abrir esta depressãozinha por aí. ‘Faz mal pros negócios’, já ouvi. Nos calamos e nos fechamos, encorujados nos nossos próprios medos.

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Foi por viver exatamente isso que senti uma vontade enorme de reunir outras empreendedoras mulheres – e se tornou o Jogo de Cintura. Eu tinha certeza absoluta que este turbilhão de sentimentos não rondavam só os meus pensamentos. Outras mulheres viviam com estas incertezas assim como eu. Outros homens também, é claro. O recorte feminino é pra poder abordar outras questões também, que nos afetam profissionalmente por conta do gênero.

Assim, o Jogo de Cintura se tornou minha versão ‘empreendedora da economia criativa’a classificação dada aos profissionais liberais da área de comunicação, artes, produção, música, etc. Promover este encontro de empreendedoras tem sido uma experiência fantástica, que abre portas para outras habilidades e desenvolvimentos. Outros dramas também. Daqueles que a gente só sabe das dificuldades quando começa a fazer, a tirar a ideia da mente e do papel, materializar uma vontade, uma ideia. O tal fazer acontecer.

E aí, volto um pouco pra aquele lugar solitário, em que a gente precisa encorujar para encontrar soluções, novos caminhos. E com quem falar sobre o nosso trabalho? Principalmente este, que saiu da sua cachola e que precisa ser desenvolvido, testado, experimentado? Tenho as minhas dificuldades e não é com qualquer um que consigo trocar. Mas seguimos. Criando, fazendo, testando. A gente só sabe fazer deste jeito.